Hoje foi um dia demorado pra sair de casa.
Acordei cedo, mas a preguiça tomou conta de mim, então deixei o pedal para tarde.
Convidei algumas pessoas, mas pra variar só Maneca topou. Um pedalzinho light para o Morro das Antenas (Morro do Boa Vista) em Jaraguá do Sul.
Antes de sair de casa uma surpresa, meu ciclo-computador não estava funcionando. Como já estava marcado sai para o pedal, mas na verdade não gosto de pedalar sem referencia, no caso o ciclo-computador.
Com o tempo bom e sol radiante marcamos as 15 h no viaduto da Porto Rico.
Logo na Br 101 sentimo um forte vento e pelo velocímetro do meu amigo estávamos aos 25 km/h. Velocidade muito baixa para um trajeto que se pedala aos 32 quando não tem vento contra. A vontade era de voltar, mas metas são metas, então continuamos.
Na Br 280 o vento já ajudava mais do que atrapalhava, o dia esta inverso, pois na 101 o vento sempre esta a favor e na 280 esta contra, hoje foi diferente, tanto que na 280 conseguimos manter o ritmo dos 30 km/h.
No trevo de Guaramirim, saímos a esquerda, em direção a Massaranduba, para entrar em Jaraguá pela Ilha da Figueira.
Dali já avistávamos o Morro que iriamos subir.
O trajeto da Ilha da Figueira até a subida do morro foi tranquila, pelo feriado o transito estava pacato, muito bom para transitar de bike pela região.
Chegamos na rua de acesso ao morro das antenas com 1h e 30 de pedal e logo o Maneca dizia que o "o bicho ia pegar".
Depois dessa ponte não teve alivio, muita subida, mas nada ainda do que estava por vir.
Da ponte até o portão de acesso foram 43 min de subida (aproximadamente 3km).
Depois do portão as pernas tremem, pois é muita subida. Só pelo inicio já dá pra ter noção do que será, porém não imaginava que fosse até o topo tão puxado e íngreme.
Foi mais 45 min de pedal para chegar ao topo do Morro (mais 3 km), chegar pedalando, sem precisar empurrar a bike. O mais complicado da subida foi manter a frente no chão, pois a força no pedal jogava o centro de gravidade pra roda traseira, mas com algumas mudanças de posição na bike foi possível mante-la no chão e conseguir subir pedalando.
Pro nosso azar, o tempo estava se fechando, não conseguíamos avistar nada la de cima. O vento estava forte e frio. Aproveitamos para fazer os devidos registros e logo descer.
Na descida entre uma curva e outra parei para ao menos fazer uma foto do que pode ser visto da altura que estávamos (além das subidas e descidas), porém isso só o lado de Jaraguá, lá do topo é possível avistar muito mais cidades da região.
Tanto tempo para subir e em 8 min estávamos novamente no portão de acesso ao Morro, onde o mesmo já estava fechado, pois o mesmo esta aberto entre 8h e 18h, na ocasião eram 18:11 e um senhor idoso falava aos berros conosco que horário é horário, mas coincidência ou não um cara que mora pelo morro estava entrando, então aproveitamos e saímos na entrada dele, mas mesmo assim o senhor de idade ainda resmungava conosco.
Essa segunda parte da descida já pegamos uma chuvinha pra tirar o pó...rssss
Na saída de Jaraguá parecia que a chuva já havia passado, mas ao entramos na Rodovia do Arroz fomos recebido com o cartão de visita de Joinville, chuva. Se fosse só isso ainda não seria ruim, mas sem para-lamas os respingos vinham todos na cara, onde incomodava um pouco.
O ritmo da volta foi bom, apesar da água na pista mantínhamos em 30 km/h.
Depois de tanta chuva nada melhor que chegar em casa e satisfeito por mais uma meta cumprida.
Apesar do vento contra na saída, sol no lombo, chuva e muita subida, deu tudo certo!
Foram 5h e 28 min no total (pedalados só 4h e 50 min).
O Maneca imaginava que a subida desse morro seria parecido com o Morro dos Perdidos mas este é mais "fácil" que o perdidos, pois pode se chegar ao topo pedalando o trajeto todo, enquanto que no Perdidos o trajeto é muito pior, sem condições de pedalar em muitos trechos da subida.
O Morro das Antenas pode servir de treino para subir o Perdidos, mas é um treininho bem puxado.
Deixo aqui meu agradecimento a minha esposa pelo apoio e ao amigo Maneca pela companhia, mesmo sujando sua bike e seu traje de gala (roupa da Canondale) estava firme e forte.
Resumo:
Tm: 4h e 50 min
tempo total: 5h e 28 min
Dst: 105 km
Av: 21,7 km/h
Mais informações no blog do Maneca.
Abs e até a próxima.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Terça - Mirante Dn Chica (treininho) - 13-11-12
Hoje achei que o pedal seria solitário, mas aos 45 do segundo tempo o Daniel e a trupe do pedal me convidaram pra ir com a turma deles.
Marcaram as 19:30 no pórtico.
Chegando lá só apareceu o Ory. Aguardamos para ver se não apareceriam mais companhias e saímos Para nosso surpresa o Rogério já nos esperava no viaduto.
O tempo estava parecendo que iria cair uma água, mas até o início da Dona Chica não deu nada. Fomos num ritmo forte, pois essa rapaziada pedala muito.
Na Dona Chica o Rogério ficou um pouco pra trás, pois a chuva havia engrossado um pouco e o mesmo estaria voltando. Eu e o Ory fomos revezando a frente.
Depois da ponte do início da subida o Ory despontou. Fez a subida em 26 min, enquanto eu fiz em 32 min.
A chuvinha da subida ajudou a refrescar um pouco, mas lá em cima resfriou demais.
Ficamos aguardando o Rogério e logo depois de uns 10 min vemos uma luz forte subindo e subindo muito bem. Achamos que o Rogério estaria chapadaum pra andar naquele ritmo na subida. Quando chega no mirante vemos que não é o Rogério, mas sim o Milton (lendário ciclista da Embraco).
O tempo de subida foi de 1h e 31 min, 33 km.
Na descida um pouco de atenção pois a pista estava molhada, então não deu pra curtir o tanto que gostaríamos.
Próximo a bica da água, encontramos o Rogério subindo com o genro do Milton. Logo fizeram o retorno e nos acompanharam.
Perto do posto na descida nos agrupamos e continuamos sentido casa, quando logo passa uma carreta andando entre 50 e 60 km/h. Eu e o Ory pegamos carona no vácuo desse caminhão. Foi uma boa carona, pois andavamos próximo a 60 km/h eu consegui ficar no caminhão até a ponte do Maxi Moppi, já o Ory acho que veio até Joinville, pois depois não o vimos mais... hehehe.
Segui até a saída da Dona Chica e aguardei o restante dos amigos e pra minha surpresa o Rogério logo apareceu, também encontrou um vácuo de uma carreta.
Voltamos todos pela Br 101, mas não fiquei com a rapaziada, coloquei um ritmo mais forte e fiz uma tocada rápida para casa.
Na volta fiz em 1h e 14 min, 34 km.
Resumo:
tm: 2h e 32 min
tempo total: 2h e 48 min
dst: 67 km
Av: 26,4 km/h
Mx: 74,8 km/h
Vlw e até o próximo.
Abs.
Marcaram as 19:30 no pórtico.
Chegando lá só apareceu o Ory. Aguardamos para ver se não apareceriam mais companhias e saímos Para nosso surpresa o Rogério já nos esperava no viaduto.
O tempo estava parecendo que iria cair uma água, mas até o início da Dona Chica não deu nada. Fomos num ritmo forte, pois essa rapaziada pedala muito.
Na Dona Chica o Rogério ficou um pouco pra trás, pois a chuva havia engrossado um pouco e o mesmo estaria voltando. Eu e o Ory fomos revezando a frente.
Depois da ponte do início da subida o Ory despontou. Fez a subida em 26 min, enquanto eu fiz em 32 min.
A chuvinha da subida ajudou a refrescar um pouco, mas lá em cima resfriou demais.
Ficamos aguardando o Rogério e logo depois de uns 10 min vemos uma luz forte subindo e subindo muito bem. Achamos que o Rogério estaria chapadaum pra andar naquele ritmo na subida. Quando chega no mirante vemos que não é o Rogério, mas sim o Milton (lendário ciclista da Embraco).
O tempo de subida foi de 1h e 31 min, 33 km.
Na descida um pouco de atenção pois a pista estava molhada, então não deu pra curtir o tanto que gostaríamos.
Próximo a bica da água, encontramos o Rogério subindo com o genro do Milton. Logo fizeram o retorno e nos acompanharam.
Perto do posto na descida nos agrupamos e continuamos sentido casa, quando logo passa uma carreta andando entre 50 e 60 km/h. Eu e o Ory pegamos carona no vácuo desse caminhão. Foi uma boa carona, pois andavamos próximo a 60 km/h eu consegui ficar no caminhão até a ponte do Maxi Moppi, já o Ory acho que veio até Joinville, pois depois não o vimos mais... hehehe.
Segui até a saída da Dona Chica e aguardei o restante dos amigos e pra minha surpresa o Rogério logo apareceu, também encontrou um vácuo de uma carreta.
Voltamos todos pela Br 101, mas não fiquei com a rapaziada, coloquei um ritmo mais forte e fiz uma tocada rápida para casa.
Na volta fiz em 1h e 14 min, 34 km.
Resumo:
tm: 2h e 32 min
tempo total: 2h e 48 min
dst: 67 km
Av: 26,4 km/h
Mx: 74,8 km/h
Vlw e até o próximo.
Abs.
domingo, 11 de novembro de 2012
Sábado - Encontro Canoagem - 10-11-12
Este final de semana resolvi fazer algo diferente.
Aceitei o convite do amigo Maneca e fomos ao 26 Encontro canoa Ecológica. Por azar era mesma data que o ciclismo do Sesi, mas essa data já estava reservada e como o Sesi foi transferido para mesma data não pudemos participar do nosso ciclismo.
As 10:30 o Maneca já estava passando aqui em casa para irmos.
O dia não parecia estar muito bom para canoagem, pois desde cedo caiu bastante chuva e na estrada ainda pegamos mais chuva.
No meio, ou melhor ainda no inicio da viagem tivemos um susto com nosso transporte, pois ascendeu uma luz no painel do carro que o Maneca achou que fosse pressão de óleo, mas nada que uma lida no manual e uma verificação de segurança não fosse suficiente para descobrirmos que a luz era uma advertência de alguma luz queimada ou mal contato, e foi isso que identificamos em nossa parada.
Na continuação da viagem íamos conversando de quanto é mais legal andar na Br de carro, pois os morros nem são cansativos.. rssss...
Logo chegamos em Jaraguá no clube de canoagem Kentucky. descarregamos os caiaques e fomos fazer nossa inscrição.
Aproveitamos pra nos alimentar antes da saída para Corupá, pois não iríamos almoçar.
Até a saída do ônibus para Corupá ficamos conversando com o pessoal do clube e observando atentos cada dica do trajeto, pois o rio estava 1m acima do nível devido as chuvas.
As 13:20 estávamos embarcando no ônibus. Foi uma viagem demorada até Corupá, apesar da pouca distância, a ansiedade fez com que demorasse bastante.
Em Corupá, já descarregamos os caiaques, e os posicionamos na beira do rio, mas antes de tudo tivemos algumas orientações pelo pessoal da organização.
Com o caiaque no rio, tivemos que aguardar todos entrarem na água antes de dar o início da descida.
Como era minha estréia, resolvi ficar na "moita" aguardando a partida pra não ter surpresas antes da hora.
Logo no início tinha uma corredeira, já era pra entrar no clima mesmo. Apesar da apreensão, passeio pelo primeiro obstáculo sem dificuldades.
Depois dali foi uma curtição, tiveram algumas quedas, talvez por falta de experiencia ou por pedras mesmo que estavam no meu caminho, mas nada que não pudesse ser corrigido, levantado e continuado.
Foi uma ótima tarde, onde o tempo nos ajudou, abriu um sol forte e fomos até o final da tarde. Onde terminamos na sede do clube Kentucky.
Tive que ajudar o Maneca a carregar logo o carro, pois não ficaria pra entrega dos troféus nem para janta, pois a noite tinha a festa a fantasia do quadri cub Joinville.
Muito obrigado pelo convite Maneca, muito boa essa nova trip, mas algo assim somente esporádico pois a bike sempre em primeiro lugar.
Que venham novas saídas de caiaque e muito mais de bike.
Por falar nisso, deixo aqui meus parabéns ao Cassiba e ao Jefo, pelo bom resultado no ciclismo do Sesi. Esses caras tão muito bem.
Abs.
Aceitei o convite do amigo Maneca e fomos ao 26 Encontro canoa Ecológica. Por azar era mesma data que o ciclismo do Sesi, mas essa data já estava reservada e como o Sesi foi transferido para mesma data não pudemos participar do nosso ciclismo.
As 10:30 o Maneca já estava passando aqui em casa para irmos.
O dia não parecia estar muito bom para canoagem, pois desde cedo caiu bastante chuva e na estrada ainda pegamos mais chuva.
No meio, ou melhor ainda no inicio da viagem tivemos um susto com nosso transporte, pois ascendeu uma luz no painel do carro que o Maneca achou que fosse pressão de óleo, mas nada que uma lida no manual e uma verificação de segurança não fosse suficiente para descobrirmos que a luz era uma advertência de alguma luz queimada ou mal contato, e foi isso que identificamos em nossa parada.
Na continuação da viagem íamos conversando de quanto é mais legal andar na Br de carro, pois os morros nem são cansativos.. rssss...
Logo chegamos em Jaraguá no clube de canoagem Kentucky. descarregamos os caiaques e fomos fazer nossa inscrição.
Aproveitamos pra nos alimentar antes da saída para Corupá, pois não iríamos almoçar.
Até a saída do ônibus para Corupá ficamos conversando com o pessoal do clube e observando atentos cada dica do trajeto, pois o rio estava 1m acima do nível devido as chuvas.
As 13:20 estávamos embarcando no ônibus. Foi uma viagem demorada até Corupá, apesar da pouca distância, a ansiedade fez com que demorasse bastante.
Em Corupá, já descarregamos os caiaques, e os posicionamos na beira do rio, mas antes de tudo tivemos algumas orientações pelo pessoal da organização.
Com o caiaque no rio, tivemos que aguardar todos entrarem na água antes de dar o início da descida.
Como era minha estréia, resolvi ficar na "moita" aguardando a partida pra não ter surpresas antes da hora.
Logo no início tinha uma corredeira, já era pra entrar no clima mesmo. Apesar da apreensão, passeio pelo primeiro obstáculo sem dificuldades.
Depois dali foi uma curtição, tiveram algumas quedas, talvez por falta de experiencia ou por pedras mesmo que estavam no meu caminho, mas nada que não pudesse ser corrigido, levantado e continuado.
Foi uma ótima tarde, onde o tempo nos ajudou, abriu um sol forte e fomos até o final da tarde. Onde terminamos na sede do clube Kentucky.
Tive que ajudar o Maneca a carregar logo o carro, pois não ficaria pra entrega dos troféus nem para janta, pois a noite tinha a festa a fantasia do quadri cub Joinville.
Muito obrigado pelo convite Maneca, muito boa essa nova trip, mas algo assim somente esporádico pois a bike sempre em primeiro lugar.
Que venham novas saídas de caiaque e muito mais de bike.
Por falar nisso, deixo aqui meus parabéns ao Cassiba e ao Jefo, pelo bom resultado no ciclismo do Sesi. Esses caras tão muito bem.
Abs.
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